|
|||||||||||||||||
|
A relação entre a ingestão de cálcio e densidade óssea tem sido muito estudado em crianças e adultos. Os cientistas apontam que a densidade mineral dos ossos aumentam em crianças e adolescentes com o maior ingestão de cálcio. O consumo de elevado de cálcio durante toda a vida pode reduzir o risco de fratura em até 60%. As mulheres brancas na pós-menopausa são outras que se beneficiam tendo uma ótima ingestão de cálcio. A redução de risco para osteoporose para elas pode chegar a 95%. A partir dos primeiros anos de vida, a ingestão de cálcio é positivamente associada com a massa óssea. O aumento na ingestão de cálcio na adolescência a partir de 800 mg a 1200 mg por dia, aumenta a densidade óssea do quadril em 6%. E mais: o aumento na ingestão de cálcio reduz a remodelação óssea, por ter melhor retenção de cálcio. O resultado é a redução da perda óssea relacionada à idade e a diminuição do risco de fratura. É quase unâmime entre os estudiosos de saúde que o aumento da ingestão de cálcio dos alimentos lácteos é uma ação protetora do esqueleto pelo aumento da massa óssea. Um fato muito importante para ser lembrado: a fragilidade óssea é devida a um processo acelerado de remodelação que acontece na pós menopausa, em dietas pobres em cálcio e na maioria dos casos de osteoporose. Com uma elevada ingestão de cálcio, há uma inibição da secreção do PTH , que por sua vez diminui a taxa de remodelação e reduz a fragilidade óssea, que a principal característica da osteoporose. Recomendação: quando há consumo adequado de cálcio, suplementos em excesso do mineral não confere benefícios adicionais. O melhor mesmo é beber todos os dias três porções de lácteos. Comentários
Comente esta matériaPara comentar esta matéria você precisa ser um membro cadastrado do Beba Leite. |
|
||||||||||||||||
|
|||||||||||||||||
|
|
|||||||||||||||||